PSICOPEDAGOGIA

Família a principal parceria para um tratamento eficaz.

Livro de minha autoria com mais onze autoras, no meu artigo falo sobre o meu projeto voluntário com pessoas com câncer, dependentes químic...

sexta-feira, 1 de março de 2019


INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS

 (atividades psicopedagógicas no computador)

12ª, 13ª, 14ª sessão



DURAÇÃO: 01h30min 

TEMÁTICA: Concentração.

OBJETIVO: Estimular a participação do aprendente que exijam atenção, percepção, concentração e desenvolvimento motor.

MATERIAL:

- DVD;

- Computador;

- CD ROM.


Relatório:


Durantes estas atividades no DVD e no computador foram umas das atividades psicopedagógicas que o aprendente mais gostou.

 Fizemos valia de vários jogos no DVD e no computador.

O mais gratificante de tudo foi que o aprendente nunca tinha manuseado um computador.

A cada dia e a cada momento que eu apresentava um novo jogo no DVD e no computador o aprendente desenvolvia a sua coordenação motora com boa facilidade.

Logo ao chegar para a sessão o aprendente perguntava logo o que iríamos fazer hoje no computador.

Jogamos com o CD:

- Dificuldades de aprendizagem;

- Ação docente;

- Metodologias da aprendizagem;

- Fono na escola:

- dificuldades na escrita,

- dificuldades de linguagem.

- dificuldades de audição.



INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS

(desenho livre)

15ª sessão



DURAÇÃO: 01h30min

TEMÁTICA: Representação gráfica a partir de um processo desenho livre.

OBJETIVO: Desenvolver a capacidade de criação a partir de um desenho e de expressar as idéias num texto:

ESTRATÉGICA: Apresentar uma folha com um rabisco e solicitar que a partir deste se faça um desenho.

MEDIDAS:

- Oferecer lápis coloridos para que se possa pintar o desenho;

- Através do desenho criado, solicitar que se invente uma estória.


Relatório:


Logo no início da sessão eu falei para o aprendente que hoje ele iria fazer um desenho que ele desejasse, para a minha surpresa já foi logo dizendo que iria desenhar um carro logo ao pós ao terminar o desenho começou a pintar com os lápis de cor que eu havia lhe dado. Ele foi escolhendo as cores e eu a estimulava no sentido de estar muito bonito.

Quando terminou, eu a pedi para que imaginasse uma história sobre o desenho do carro e que me contasse.

Ele falou que não sabia contar história só que apenas gostava de brincar de carro.

Mais de repente ele parou me olhou e sorriu dizendo que aquele carro parecia com o carro da policia que pegou o menino que morava na rua dele.

Percebi nesta atividade uma grande necessidade afetiva perguntei para ele se alguém ler historinha para ele respondeu que não às vezes o pai dele mais ele não entende muito bem o que o pai fala.

No final da atividade, disse que tínhamos feito uma coisa muito legal.

E que a partir da li as nossas atividades psicopedagógicas iriam finalizar e que nós não iríamos mais aos encontramos na clínica.

Mais que, brevemente poderíamos nos encontramos em outro lugar.

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