INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
(atividades psicopedagógicas no
computador)
12ª, 13ª, 14ª sessão
DURAÇÃO: 01h30min
TEMÁTICA:
Concentração.
OBJETIVO:
Estimular a participação do aprendente que exijam atenção, percepção,
concentração e desenvolvimento motor.
MATERIAL:
- DVD;
- Computador;
- CD ROM.
Relatório:
Durantes estas atividades
no DVD e no computador foram umas das atividades psicopedagógicas que o
aprendente mais gostou.
Fizemos valia de vários jogos no DVD e no
computador.
O mais gratificante de
tudo foi que o aprendente nunca tinha manuseado um computador.
A cada dia e a cada
momento que eu apresentava um novo jogo no DVD e no computador o aprendente
desenvolvia a sua coordenação motora com boa facilidade.
Logo ao chegar para a
sessão o aprendente perguntava logo o que iríamos fazer hoje no computador.
Jogamos com o CD:
- Dificuldades de
aprendizagem;
- Ação docente;
- Metodologias da
aprendizagem;
- Fono na escola:
- dificuldades
na escrita,
- dificuldades
de linguagem.
- dificuldades
de audição.
INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS
(desenho livre)
15ª sessão
DURAÇÃO: 01h30min
TEMÁTICA:
Representação gráfica a partir de um processo desenho livre.
OBJETIVO:
Desenvolver a capacidade de criação a partir de um desenho e de expressar as
idéias num texto:
ESTRATÉGICA:
Apresentar uma folha com um rabisco e solicitar que a partir deste se faça um
desenho.
MEDIDAS:
- Oferecer lápis coloridos
para que se possa pintar o desenho;
- Através do desenho
criado, solicitar que se invente uma estória.
Relatório:
Logo no início da sessão
eu falei para o aprendente que hoje ele iria fazer um desenho que ele
desejasse, para a minha surpresa já foi logo dizendo que iria desenhar um carro
logo ao pós ao terminar o desenho começou a pintar com os lápis de cor que eu havia
lhe dado. Ele foi escolhendo as cores e eu a estimulava no sentido de estar
muito bonito.
Quando terminou, eu a pedi
para que imaginasse uma história sobre o desenho do carro e que me contasse.
Ele falou que não sabia
contar história só que apenas gostava de brincar de carro.
Mais de repente ele parou
me olhou e sorriu dizendo que aquele carro parecia com o carro da policia que
pegou o menino que morava na rua dele.
Percebi nesta atividade
uma grande necessidade afetiva perguntei para ele se alguém ler historinha para
ele respondeu que não às vezes o pai dele mais ele não entende muito bem o que
o pai fala.
No final da atividade,
disse que tínhamos feito uma coisa muito legal.
E que a partir da li as
nossas atividades psicopedagógicas iriam finalizar e que nós não iríamos mais
aos encontramos na clínica.
Mais que, brevemente
poderíamos nos encontramos em outro lugar.
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